quarta-feira, 24 de maio de 2017

'Gestão' Dória: terror, medo e violência contra os mais frágeis socialmente. Saudade, Haddad!


Dória foi eleito na onda do movimento neoconservador ou coxinha.


O movimento nasceu em 2013 dentro das 'marchas anti-corrupção' e cresceu junto com o discurso seletivo e hipócrita anti-petista, em moda desde 2014.

Os movimentos de rua que pregaram o impeachment de Dilma, em cujas manifestações pessoas de vermelho eram perseguidas e gritos e expressões de ódio tronaram-se comuns, também são fruto dessa onda reacionária.

O ápice dessa onda vai passando à medida que vai se tornando clara a postura hipócrita e seletiva desses grupos.

Mas, haverá uma consequência dessa onda que vai perdurar ainda por um certo tempo: a administração Dória.

Nela, se encontram o ranço reacionário, o ódio aos mais pobres, a violência contra os mais fracos. Uma postura elitista, truculenta e anti-democrática contra o lado mais frágil da municipalidade.

Dória não é um administrador, é um revoltado online soberbo, provinciano, brega, hipócrita, fake.

São Paulo já está sentindo e sentirá ainda mais falta do Prefeito Haddad e suas políticas que apontavam para a valorização da relação humana, para a ampliação da democracia, do acesso à cidade e da inclusão social.

A São Paulo de Dória é feia, violenta, apartada, atrasada.

Os aumentos das mortes nas marginais se somam ao violento processo de perseguição, inútil do ponto de vista social, dos dependentes químicos, dos moradores de rua e dos sem teto.

A atuação conjunta de Dória e Alckmin na 'cracolândia' é passível de denúncia na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA e mostra que tudo está pronto para um novo Pinheirinho, basta que os mais pobres ousem exigir direitos.

Ricardo Jimenez

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